E derrepente você escuta o som da voz dele
Escuta toda a esperança de uma juventude pela frente...
E se encanta com todas as possibilidades que ele pode escolher ou não
E também fica viciado no seu tom ingênuo e corajoso...
E então vai correndo ao espelho...
E vê que não é você que canta...
Não é dos seus olhos, aonde vem aquele brilho infantil...
E então você nota...
Que o tempo passou...
E agora?
Esta á frente de tudo o que poderia ter sido...
Mas quando se tem apenas 15 anos, não se tem idéia que um dia chega-se aos 20...
E então, você não tem mais coisas cruciais a experimentar...
E por mais que uma brisa angelical paire em seu rosto...
É apenas uma menção...
Um olhar decorado, e profissional da cadencia inocente-perigosa...
Você sente então que perdeu algo...
Ou que simplesmente uma caixa de esperanças esvaziou-se...
E o que quer fazer agora?
É hora de partir, seguir em frente
Deixar o pequeno príncipe pra traz...
Mas não vejo tanta beleza nesse homem...
O brilho em seus olhos é a redenção de não ter sido o que poderia ter feito...
E então você se vê em outros jovens promissores...
E depara-se com pessoas do seu nível...
E vê, que por mais gênero em comum...
Você é muito mais...
E a beleza então está em ser sozinho...
Cadê toda aquela paixão, por onde você passa...
Qual é a sua idade?
O mundo vibra quando você tem o prazer em demonstra fisicamente o que seu coração é por dentro...
Então você vê que esta a pouquíssimos passos do meio...
Do centro...
Do ápice...
E o que você fez?
E o que não fez?
O que poderia ter feito?
Quanta coisa deixou para fazer, que já não faz mais sentido realizá-las...













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